sexta-feira, 25 de maio de 2018

ESTRESSE É MOTIVO DE ADOECIMENTO NO BANPARÁ



Nesta sexta-feira, 25, em visita às Unidades do Banpará, a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, se deparou com situações que precisam da atuação do Banco e que demonstram, no mínimo, descuido com a necessidade dos trabalhadores para atendimento da clientela.

É sabido que ao fim de cada mês e início do seguinte, as Unidades do Banpará são muito procuradas pelos clientes e usuários dos serviços do Banco. A Agência Nazaré acabou de passar por uma reforma, que a deixou com uma bela aparência, entretanto, ainda é necessário que o Banco disponibilize pelo menos duas guicherias de caixa para que o funcionamento melhore e atenda sem tanta demora os que buscam aquela Unidade de Trabalho.  
A cada fim de mês, quando é mais frequente o acesso do público as Unidades do Banco, fica perceptível o que precisa melhorar.

Há muita gente a ser atendida, pouquíssimos funcionários, estrutura insuficiente ou precária – exemplos: número reduzido de caixas para atendimento e um sistema que por vezes fica fora do ar por um longo período. Em consequência, o resultado é simples e nada positivo aos trabalhadores: cobranças de metas excessivas e às vezes de forma abusiva  e horas-extras a serem cumpridas com bastante frequência. Dois fatores que colaboram para um ambiente de trabalho cada vez mais exaustivo, estressante e nada saudável para os nossos colegas.

Condições impróprias dificultam atendimento na Agência São Brás
A Agência São Brás, na madrugada de hoje (25), foi vítima da sétima ação de vândalos, ainda não identificados, que agem espalhando fezes humana naquela Unidade. Hoje, aquele local de trabalho amanheceu lambuzado de fezes em todos os seus vidros, frestas da porta e autoatendimento da agência.
O mau cheiro era insuportável!
O local ficou em condições impróprias para o trabalho devido à falta de higiene.
Para a agência poder abrir, os funcionários, pessoal da limpeza e guardas fizeram a limpeza do local. Houve colega que passou mal e foi embora. Já os que ficaram, estavam com dor de cabeça devido ao odor fétido. Era visível que não estavam bem.

Para piorar esta situação, na quinta-feira (24), um dos equipamentos de caixa deu pane. Mesmo diante da solicitação da Unidade, a máquina não havia sido consertada até esta manhã, o que deixou os três colegas que estavam atendendo na guicheria sobrecarregados.
É fato que há um quadro enxuto de funcionários para atender os clientes e, se um dos equipamentos não funciona, haverá prejuízo à Saúde de quem está sendo mais exigido.
A AFBEPA entende que o Banco precisa urgente colocar câmeras filmadoras em posições estratégicas na Agência São Brás, como forma de evitar ou descobrir o autor – ou autores – destes crimes, que prejudicam a todos, inclusive ao Banco.
O conserto e colocação de equipamentos de caixa que funcionem é fundamental para estes dias, quando o Banco é muito demandado. O funcionalismo que está lotado nas agências e PABs (Postos de Atendimento Bancário) precisam desta atenção e celeridade, como forma de se evitar desgastes desnecessários.
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA
Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ATENÇÃO: CURSO BÁSICO DE EXCEL: ÚLTIMAS VAGAS



    A AFBEPA está viabilizando o Curso Básico de Excel para os nossos associados e associadas. Até esta quarta, dia 23, algumas pessoas nos procuraram. Restam poucas vagas para fecharmos a turma e iniciar o curso no início de Junho.

    Este módulo de Excel, com duração de 2 meses, será facilitado pelo nosso colega e analista de Sistemas, Fernando Loureiro, na In Tech - Av. Dr. Freitas n° 1003, entre Senador Lemos e Pedro Miranda, Pedreira.

   Interessados, nos procurem o quanto antes pelo WhatsApp (91) 9247-6774 ou pelos números 3212-1457/1479, para garantir a sua vaga.


UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA
Texto: Fernanda Libdy
Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 21 de maio de 2018

ATENDENDO A PEDIDOS, AFBEPA OFERECE CURSO DE EXCEL AOS SEUS ASSOCIADOS E ASSOCIADAS


  
Pensando em nossa qualificação profissional e ouvindo vários colegas que solicitaram o Curso de Excel Básico e Avançado, a AFBEPA buscou um excelente instrutor. Trata-se do nosso colega Fernando Loureiro, analista de Sistemas, lotado na SUENG/GEAMB, que ministrará, em um primeiro momento, o curso de Excel Básico.
O curso tem duração de 2 meses, com 4 horas por semana (totalizando 32 horas), sendo que o interessado pode escolher em fazê-lo nas segundas e quartas-feira ou nos dias de terça e quinta-feira de 18h às 20h ou de 20h às 22h; aos sábados de 8h às 12h ou de 14h às 18h. O curso será ministrado a partir de junho, conforme a procura e interesse dos colegas, na escola de cursos de qualificação In Tech, localizada na Av. Dr Freitas, n° 1003, entre Av. Senador Lemos e Av. Pedro Miranda – Pedreira.
  Aos interessados, basta enviar mensagem com nome e horário desejado para o WhatsApp da AFBEPA: (91) 9247-6774 ou contatar pelos telefones 3212-1457/1479. Mais informações sobre o curso, também por estes canais.
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 18 de maio de 2018

ESPECIALISTAS E PESQUISAS APONTAM: REFORMA TRABALHISTA PREJUDICA TRABALHADORES E AUMENTA O DESEMPREGO

Foto: Geraldo Magela - Agência Senado
  No início desta semana, houve audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) no Senado. Entre os debatedores estavam o procurador Regional do Trabalho e coordenador nacional da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Paulo Vieira, a pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT/ UNICAMP), Marilane Teixeira. Todos os participantes concordam que a Reforma Trabalhista gera desemprego, torna a remuneração final do trabalhador menor e ainda o distancia do acesso à Justiça, uma vez que a negociação pode ser feita diretamente entre patrão e empregado.
Trabalhadores com menor nível de instrução tendem a ser os mais prejudicados com a Reforma, uma vez que conhecem menos seus direitos e precisam garantir o seu sustento básico e de sua família.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE), em dezembro do ano passado, o número de trabalhadores informais ultrapassou o número de empregados formais: 34,2 milhões de pessoas na informalidade contra 33,3 milhões com carteira assinada. É a primeira vez na história do Brasil que o trabalho informal ultrapassa o de carteira assinada, de acordo com o IBGE.
Quando nos foi vendida, a Reforma Trabalhista prometia a geração de milhões de empregos, porém, o que se vê, na prática, é bem diferente. Trabalhadores não são suficientemente remunerados, não recebem o valor integral das horas extras trabalhadas, trabalham horas a fio por um trabalho cada vez mais exaustivo – devido à redução do quadro funcional nas empresas –, com condições de trabalho e segurança questionáveis.

Cenário: Consequências da Reforma Trabalhista
A Reforma Trabalhista, aprovada em novembro do ano passado, vendia a ideia de que seriam gerados mais de seis milhões de empregos a partir de sua aprovação. No entanto, o que se vê, imediatamente após seu funcionamento, são números cada vez mais negativos para os trabalhadores e, no geral, para a economia nacional – Produto Interno Bruto (PIB) decadente se comparado a outros períodos.
Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram que, no mesmo mês que a reforma entrou em vigor, 8.530 empregos formais foram extintos. Em dezembro de 2017, no mês seguinte à aprovação, a queda continuou: 339.381 postos de trabalho perdidos, o saldo mais negativo do ano.


Os dados mais recentes da CAGED apontam para um aumento de empregos formais, entretanto, especialistas afirmam que este aumento ocorre em ritmo lento e não exclui a precarização do trabalho realizado. Como declara Guilherme Santos Mello, do Instituto de Economia da Unicamp (em entrevista ao HuffPost Brasil). “Isso faz com que a renda do trabalhador não aumente de maneira substancial”, confirma a má remuneração dos novos empregados após a Reforma Trabalhista.

 Pesquisa mostra a falta de emprego e quem mais sofre com ela
Nesta quinta, 17, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral que aponta a falta de emprego para 27,7 milhões de brasileiros. É a maior taxa registrada na pesquisa analisada desde 2012.
A PNAD mostra que a taxa de subutilizados ficou em 24,7% no primeiro trimestre deste ano. O grupo de subutilizados compreende desempregados, aqueles que não estão totalmente ocupados – com menos de 40 horas semanais de trabalho – e outros que são força de trabalho em potencial, ou seja, não estão procurando emprego formal por diferentes motivos. Este último grupo é formado pelos “desalentados”, que desistiram de procurar emprego, e por pessoas que podem trabalhar, mas não podem escolher o mercado. Como as mães que optaram por cuidar dos filhos em casa.
O número de desemprego entre pretos, pardos e mulheres também é maior.
A média nacional de desemprego neste primeiro trimestre de 2018 é de 13,1%. Brancos ficam abaixo dessa média, com 10,5% de desempregados. Em contrapartida, a taxa de desemprego entre dos pretos e pardos ficou acima da média: 16,0% e 15,1%, respectivamente.
O cenário também é desigual entre mulheres e homens. Apesar do contingente feminino ser o maior em número de pessoas que podem trabalhar, 52,4% deste universo, o IBGE apontou que o nível da ocupação entre homens é de 63,6%, enquanto  entre as mulheres, 44,5% nos primeiros três meses deste ano.
Em síntese, postos de trabalho são recriados em um ritmo lento, não superando o número de perdas existentes, devido ao grande número de demissões iniciadas, principalmente, em novembro de 2017 – período após Reforma. Não há um saldo positivo significativo nem para o empregado, nem para a economia nacional (PIB – Produto Interno Bruto).
O trabalhador para reingressar no mercado, se submete a salários cada vez mais baixos, abrindo mão de muitos direitos trabalhistas, como redução do horário de almoço, ausência de auxílio refeição/alimentação. Aceita trabalhar por mais horas sem a devida remuneração a fim de se manter no emprego.
Com um maior distanciamento entre trabalhador e Justiça do trabalho, dado o atual cenário, que permite que patrão e empregado negociem diretamente sem intermediários legais, se faz necessário que entendamos o sentido de “categoria trabalhista”.
Lutemos pela manutenção de nossas garantias trabalhistas e pela conquista de melhorias. Não podemos permitir que precarizem ainda mais nossos Direitos e Condições de Trabalho.
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA
Texto: Fernanda Libdy
Assessoria de Imprensa

Imagens: Internet